Disfunção erétil é a dificuldade persistente para obter ou manter rigidez suficiente para a atividade sexual desejada. Pode estar associada a fatores vasculares, metabólicos, neurológicos, hormonais, medicamentosos e emocionais.

Orientação clínica

Disfunção erétil: a importância da avaliação individualizada

Na avaliação de pacientes em Belo Horizonte, o Dr. Walter Moreira Fonseca, urologista com atuação em Andrologia, orienta que sejam investigados fatores cardiometabólicos e outras causas possíveis antes de definir o tratamento.

O que pode estar por trás da queixa?

Idade, diabetes, hipertensão, tabagismo, doenças cardiovasculares, ansiedade, medicações e cirurgias pélvicas podem contribuir. Em determinados pacientes, a disfunção erétil também indica a necessidade de avaliar risco cardiovascular.

Como começar o tratamento?

História clínica, avaliação física e exames dirigidos orientam medidas de estilo de vida e terapias. Medicamentos orais podem ser úteis, mas contraindicações e interações precisam ser respeitadas.

Quando o tratamento inicial não funciona

É importante revisar dose, modo de uso, expectativa e causas associadas. Injeção intracavernosa, dispositivos a vácuo, Doppler peniano em casos selecionados e cirurgia de prótese podem ser discutidos individualmente.

Quando os tratamentos clínicos não são suficientes

Entenda como funciona a prótese peniana inflável, quando a cirurgia é indicada, a recuperação e os riscos do implante.

Ler: Prótese peniana inflável — cirurgia e indicações
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre o tema

Se a tadalafila não funcionou, preciso de prótese?+

Não necessariamente. Antes de decidir, a avaliação revisa causas, uso adequado, resposta e outras opções.

O Doppler é obrigatório?+

Não. É indicado quando há uma pergunta clínica vascular que possa alterar a conduta.

Referências científicas

  1. EAU — manejo da disfunção erétil ↗
Conteúdo informativo. A indicação de exames e tratamentos depende de avaliação individualizada.